domingo, 29 de maio de 2011

Motocicletas, porque amamos?



Não temos todo o tempo do mundo...por isso é bom que se faça aquilo que gosta, ame com intensidade, durma o seu tempo necessario, acelere de encontro ao vento, veja de frente a liberdade. Não perca tempo...Viva!

sábado, 18 de dezembro de 2010

sem inspiração

Ha momentos na vida da gente em que, tudo perde o brilho e passa a ser banal.
O encanto desaparece para dar lugar a melancolia.
Mas as lembranças daquilo que foi um dia, nada mais significam então, escoa-se mais uma vez o sentido.
O silencio se torna o melhor amigo.A passagem das horas a melhor caminhada.tanto faz o alvorecer quanto o anoitecer: tudo, tudo igual.
E porque esse "des-encanto"?

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010



A Lenda da Fênix


Com a mensagem que esta lenda me causou, me senti motivada a deixá-la aqui registrada. Por mais que venham ventos contrários e aquela sensação de pessimismo teime em não sair de dentro da cabeça, existe uma energia (e eu acredito muito nela) tão poderosa e bondosa, chamada Deus, que nos faz enxergar que o lindo mundo que ele mesmo criou é um laboratório de aprendizado para todos nós. Coisas boas e ruins acontecem. Não temos como evitar. E é nesta hora que entra a força da fé. Tudo que acontece tem um porque em nossas vidas. Nosso coração deve estar leve, esperançoso e cheio de amor e luz para seguirmos a nossa caminhada; o nosso compromisso aqui na Terra. Por isso, que a cada dia devemos mudar um pouco mais e para melhor. É isso aí: a vida é uma constante transformação!!
Vamos à lenda: A figura da Fênix originou-se no Egito, mas foi venerada também pelos gregos. Diz a lenda que a ave fabulosa era constituída de fogo e vivia por vários séculos. Era do tamanho de uma águia, tinha na cabeça uma crista brilhante, as penas do pescoço eram douradas e as outras de cor púrpura, a cauda era branca com plumas encarnadas e os olhos brilhantes como estrelas. Possuía uma voz melodiosa que se tornava triste quando a morte se aproximava. A impressão que a sua beleza e tristeza causavam em outros animais, chegava a provocar a morte deles.
No fim de sua existência, o grande pássaro queimava em uma pira de ervas mágicas e logo depois renascia das próprias cinzas, sendo então considerada um ser eterno. Essa propriedade mística tornou-a símbolo da imortalidade da alma e do renascimento perpétuo da natureza. Ainda hoje, ela é considerada como um símbolo de esperança, persistência, transformação e reconstrução.

Segue abaixo uma linda poesia de Leila Soares, que retrata em versos este sentimento presente em mim e que pode também estar dentro de você:

“Eu me absorvo completamente na Fênix
Ave sagrada e fonte de minha inspiração
Marcada por extremos
Vida e morte
Cinzas e luz
Rubra tonalidade de fogo
Expressão do meu pulsante viver
Sem meios termos
Sem limitações
Me entrego inteira aos desafios
Assim me sinto viva
Sou de ousadias constantes
Não importa onde possa chegar
Me quebro
Me reconstruo
Não faço parte da imobilidade daqueles
Que nem se atrevem a tentar
Sou linda fênix chamuscada
Saio ilesa
Com marcas de vitória
Não por mero masoquismo
E sim, por coragem e bravura
Sou guerreira
Sou brilho
Sou sol
Seguro minhas escolhas
Certas ou não
A responsabilidade sempre será minha
Se morro ou não
Não importa
Sou fênixRenascerei sempre
Com esperanças renovadas a cada amanhecer”.

A FÊNIX...

ALEGRIA...enviado por " Guerreiro Eterno"



“Em geral olhamos o mundo com a nossa raiva, com os nossos ressentimentos. Cada um vê o mundo do seu jeito. Nestes dias vamos aprender a ver diretamente, a ter uma experiência direta da nossa realidade, a perceber o mundo com um sentimento de paz. Com paz é possível fazer algo juntos, mesmo que nossas opiniões sejam diferentes. Por isto estamos nos dedicando a criar uma educação não formal de paz. Professores com paz, médicos e pacientes com paz. Estamos também tentando salvar uma cultura de paz. Com paz é possível vir ao Tibete e sentir uma alegria que depois levaremos para casa e para todas asa nossas vidas.

Eu gostaria de mostrar um pouco dessa paz dos tibetanos para vocês. Eles são pobres mas vivem bem, não reclamam de trabalhar. Por exemplo, quando eles trabalham estão sempre cantando. Mesmo quando estavam trabalhando na prisão chinesa costumavam cantar, porque é um hábito deles. Podemos aprender algo com isso: cantar para trabalhar. Podemos nos deixar ser tocados por isso e levar essa experiência conosco. Procurem captar a energia da terra e do vento puro e levar esta experiência com vocês. Podemos ver as nossas dificuldades como o verão: às vezes tem sol, às vezes chove e ás vezes tem nuvens no céu. O importante é o que pegarmos de bom devemos compartilhar depois”.

Lama Gangchen Rinpoche
Extraido do Livro “Viagem ao interior do Tibete”, Bel Cesar. Pág 85

sábado, 11 de setembro de 2010

ZUKI VOOU...

ZUKI
era um lindo pássaro.
Recebi-o como presente de Deus.
Zuki ficou um tempo comigo.
Notei que ZUKI precisava de liberdade.
Abri a janela e ZUKI partiu.
Seja muito, muito feliz meu amado pássaro ...